sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Bissexto


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Planejamento estratégico. Necessidade ou firula administrativa? Depende da conduta.


Se administrar é problema dos outros, [“não me amolem, pois cumpro minhas tarefas”], difícil haver estratégia planejada que dê certo, por falta de espírito no corpo.


Se administrar é problema de todos, e queremos uma empresa dinâmica prestando o melhor aos seus clientes, facilita executá-lo e ampliar horizontes, conquistas.


Apesar do esforço e das inovações introduzidas na gestação do 2008-2011, chama a atenção o desprezo como lhe trata o Colégio de Procuradores, nos encontros, no seminário, no lançamento. Qual o propósito? Ah!, sim, não é só o Colégio... Mas tudo é processo e aprendizado.


O perfil de simples funcionário público é o que menos combina com a matiz de membros do parquet, porquanto agentes do Estado, de quem a sociedade espera mais que expedientes, pareceres e relatórios. [Para isso há um bônus no holerite.] Vai acontecer o próximo planejamento em três anos, e só apostamos em melhoras.


Na manhã de hoje (29/02), sob o olhar de alguns parceiros sociais e enfoques do experiente Nicolao Dino, analisando história e desafios, solenizou-se o lançamento dos planos desse quadriênio.


O Procurador-Geral resgatou as preocupações de Roberto Lyra Filho: “Um Ministério Público Social promoverá a justiça social, cuidará dela e não só de uma justiça pública, estatal, oficial. A ordem jurídica seria adaptada aos dramas contemporâneos. A primazia nos benefícios pertenceria aos mais necessitados. A tranqüilidade de consciência do Ministério Público depende do avanço que ele mesmo executará.'' (veja)


A falta de debates no evento foi um pecado assumido.

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