segunda-feira, 30 de abril de 2007

E se houvesse jetom?


Outra vez o Colégio de Procuradores não se reuniu por falta de quorum. Na quinta-feira, 26/04, dos 31, compareceram 7; três ausentes a serviço da PGJ. Os demais devem alguma explicação, ou nenhuma; afinal, não são eleitos. E pior, são obrigados a integrar o Colégio.

A próxima reunião está prevista para 31/05. Há interesses, ou desinteresse, para a sucessiva falta de quorum. Decerto não há jetom. O Procurador-Geral talvez se arrependa de não haver recorrido ao ad referendum aqui sugerido, pois um ano de mandato esvai-se rapidamente.

3 comentários:

Anônimo disse...

- Agora, não esteja pobre promotor de justiça na comarca quando da visita do eminente corregedor para o beijão-mão e assemelhados.Dá procedimento, punição, perseguição e coisa e tal.

Anônimo disse...

De fato. Quem chega ao posto de Procurador(a) é "forçado" a integrar o Colégio de Procuradores. Mas se a pessoa não tem a menor aptidão ou interesse, o que poderia fazer para escapar dessa obrigação?

Eduardo Nicolau disse...

o colega antes de comentar sobre a reunião do Colégio de Procuradores deveria saber quais os membros compareceram para não colocar a todos na vala comum.