sábado, 15 de maio de 2010

Marca

Jornalista Roberto Fernandes, Nonato, Doracy (Ampem), Gilberto e Francisco

O contrário seria um sonho. A falta de interesse da maioria é marca registrada no Ministério Público, aqui e, talvez, alhures. Para quase tudo. Em palestras, seminários ou debates não existe casa cheia. Sem conta, exibimos fartos sorrisos amarelos a nossos constrangidos visitantes.

O Colégio de Procuradores não se anima em dar um bom exemplo. Há aqueles pra lá de desconhecidos, porque ausentes de tudo.

Sim. Houve o debate da Ampem com os candidatos a Procurador-Geral. Bastante proveitoso. Francisco, Gilberto e Nonato mostraram mais desenvoltura e objetividade que no primeiro. Fátima fez questão de não participar.

Tanto no debate de segunda (10) quanto no deste sábado (15), o número de promotores e procuradores mal deu pro gasto. E, hoje, não deixou de chamar a atenção a ausência dos recém-nomeados (35). Seria coincidência ou ordem unida? Sinceramente, esperamos que estes não tomem o Colégio de Procuradores como modelo.

8 comentários:

flor disse...

Deus há de perdoar esses pensamentos... mas, me ocorre pensar que esses 35 estavam ocupados em outros evento com a faltosa.
Ai, ai, ai
Perdoe-os, Senhor...eles não sabem o que fazem.

Não sei quem disse...



“Sinceramente. É o fim. Começo a duvidar...”

(O comentarista esqueceu de se identificar. Não publicamos anônimos)

Aloisio disse...

Juarez,

Oportuno o comentário!
Os novos promotores podem ser fundamental nessa eleição, embore ache que só Rosena pode salvar Fátima (e acho difícil).
Sabe-se que Fátima os nomeou em curto espaço de tempo, em primeiro lugar, para lhe garantir preciosos votos, depois, muito depois, pensando na necessidade do Órgão.
A prova disso é que vários ainda não foram mandados para suas comarcas, estando na capital "assessorando" outros membros experientes.
Eles só tem que pensar qual Ministério Público vão querer no futuro próximo: se este que desrespeita vários princípios constitucionais e administrativos, em prol de interesses excusos, ou se outro, a dar oportunidades iguais a todos indistintamente.

Cladio Maximiliano disse...

Bom,
Sobre o predio das promotorias de justiça hoje foi publicado uma nota no blog www.itevaldo.com
a respeito de uma açao civil movida contra o estado do maranhão, em razao da indisplicencia adminstrativa da gestao do MPE MA.
Consta ali que ainda em Dezembro de 2009 a Construtora moveu ação indicando e requerendo producao antecipada de prova, juntando aos autos do processo que toda a responsabilidade pela nao manutencao das instalações deu-se entre os anos de 2007 ate a presente data, ou seja, A atual PGJ nao cuidou de informar a sociedade maranhense os motivos de sua inercia quanto as necessarias acoes para limpar a imagem da instituição e responsabilizar eventualmente os detratores do MPE-MA, mas com esta acao civil o que se tem sao fatos que indicam a propria gestora como responsavel pelo estado da obra.

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Numeração Única 38401-03.2009.8.10.0001
Processo 384012009
Classe PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO | Processo de Conhecimento |
Procedimento de Conhecimento | Procedimento Ordinário
Data de Abertura 23/12/2009 17:46:02
Comarca SAO LUIS
Juiz MEGBEL ABDALA TANUS FERREIRA
Ultima Distribuição 23/12/2009 17:46:02
Vara 4ª VARA FAZENDA PUBLICA
Cartório
Oficial de Justiça JOSUE CARVALHO DE SOUZA NETO
Qtde de Documentos 5
Valor da Ação R$ 0,00
Distribuição
Data 23/12/2009 17:46:02
Vara 4ª VARA FAZENDA PUBLICA
Cartório SECRETARIA DA 4A VARA DE FAZENDA PUBLICA
Oficial de Justiça JOSUE CARVALHO DE SOUZA NETO
Partes
AUTOR CASTELO BRANCO SERVIÇOS DE ENGENHARIA E CONSTRUTORA LTDA
Advogado(a) LEONARDO GOMES DE FRANÇA
REU ESTADO DO MARANHAO....

Cravo disse...

Prezada colega FLor,

O comentário de forma generalizada abarcando todos os Promotores de Justiça recém empossados é no mínimo desrespeito. A realidade de carência de assistência ministerial, especialmente no sul do Estado, cujas Comarcas já não contavam com Promotor de Justiça efetivo há mais de dois anos, aliada a distância da capital, faz com que se torne difícil o deslocamento para acompanhar o debate dos candidatos a Procurador-Geral, não desmerecendo a sua importância. E, pode ter certeza, que grande parte dos 35 novos Promotores de Justiça estavam em suas Promotorias cumprindo com suas atividades ministeriais.

Cravo

Ritinha disse...

Não são 35, mas 36 promotores nomeados. Conheço vários deles, que estão na labuta diária no interior do MA.

César disse...

Pena que alguns dos novatos estão sendo privilegiados com sua permanência na capital, "auxiliando" promotores com trabalho atrasado e que são amigos da rainha. A verdade é que todos têm que ir pro interior, onde realmente se precisa. Afinal, segundo o discurso da PGJ, a nomeação deles era para preencher as vagas existentes, que são todas no interior. Os privilégios são tantos... Sabe-se do pagamento de 8 diárias de deslocamento para duas felizardas das novas, quando a legislação só permite no máximo 4 por mês e para promotores titulares. Além disso, tem muito mais.

Ainda assim, acredita-se que a grande maioria dos novos promotores já tenha percebido que estão tentando usá-los e vão saber dar a resposta nas urnas. Pelo menos, é o que se espera de pessoas com nível superior, aprovadas em concurso público e com o mínimo de consciência e noção de moralidade.

flor disse...

Prezado colega Cravo,

Agradeço pela sua manifestação. Pelo visto és uma pessoa sensata. Precisamos de gente assim no MP. Desculpe-me se a manifestação de um pensamento (que em si já pedia o perdão de Deus só por pensá-lo) soou-lhe desrespeitoso. Não era essa a intenção.
Alenta-me que voce reconheça que nem todos faltaram ao debate pelo fato de estar em comarcas distantes da capital.
um abraço e boa sorte em sua jornada no MP.