quarta-feira, 7 de abril de 2010

Espetadas (1)

Do jornalista Itevaldo Júnior, publicado hoje (07/04) em seu blogue:

“A falta de suporte financeiro da empresa para a execução dos serviços, somados à falta de planejamento da empresa na obra, à falta de fiscalização da PGJ restaram evidenciados nos autos e foram decisivos para o atraso na reforma da sede das Promotorias de Justiça Capital”, aponta a sindicância. A obra de reforma foi iniciada em 16 de janeiro de 2008.

A sindicância revela ainda que as obras foram iniciadas sem que houvesse um projeto básico executivo; foi constado a falta de planejamento durante a elaboração dos projetos; e que foram pagos serviços extras não previstos no contrato e não autorizados nos aditivos da obra.

Em depoimento a sindicância o chefe da seção de Obras, Engenharia, Arquitetura da PGJ disse que a obra não foi concluída no prazo de 270 dias, porque não havia projeto para a reforma. “A obra não foi concluída no prazo determinado em razão de não ter sido elaborado projeto específico para a reforma, pois os quantitativos de serviços foram estimados tendo por base o laudo pericial do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia do Maranhão (Ibape)”.

A sindicância apurou que o primeiro aditivo da obra de 180 dias foi motivado porque se descobriu que havia erros de execução na construção do prédio, erguido em 1999. O problema levou a acrescentar o revestimento das lajes e o aumento da demolição no prédio.

“Se houvesse um planejamento adequado, as obras seriam executadas sem maiores transtornos, o que não ocorrido, especialmente em virtude de várias alterações nos projetos. Logo no início do contrato, os projetos sofreram acréscimo de serviços sem a formalização do devido aditivo de valor”, disse Carlos Alberto Barros Júnior, assessor-chefe do Controle Interno e Auditoria da PGJ. E agora, depois do ‘mordomo’? (Leia o texto completo, aqui)

Um comentário:

Augusto Balbus disse...

Sou chef de cozinha da Prefeitura, e diga-se, lá não existe essa brincadeira…Nepostismo, fraudes em licitação e outras irregularidades nem existem:
a) Não boto cozinheiro parente, só se for filho bastardo;
b) Não fraudo licitação, no máximo, adianto o pagamento dos alimentos quando estão todos com muita fome, comemos logo, e resolvemos a questão.
Quando esses promotores aprenderão comigo? Qualquer coisa, manda eles passaram na minha cozinha.